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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O que significa "Coar um mosquito e engolir um camelo"?

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O que é adorar em espírito e em verdade?


O que é adorar em espírito e em verdade? O que o Senhor diz à mulher samaritana tem a ver com três grupos de pessoas: os judeus, os samaritanos e aqueles que viriam a adorar a Deus na nova ordem de coisas que estava para ser estabelecida. "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade". João 4:23-24 A palavra de Deus é a verdade, portanto os judeus que adoravam de acordo com a Palavra de Deus adoravam em verdade. Eles adoravam no lugar correto, que era o templo de Jerusalém, e da maneira correta, que era segundo os preceitos da Lei dada a Moisés. Quando o Senhor curava alguém, mandava que a pessoa se apresentasse aos sacerdotes e fizesse as ofertas conforme mandava a Lei, o que dá a entender que ele reconhecia, não apenas o lugar, que chamava de "casa de meu Pai", mas também a forma como a adoração era conduzida ali e até mesmo a pessoa do sacerdote como autoridade instituída por Deus. Em Levítico 12:6 dizia que "quando forem cumpridos os dias da sua purificação por filho ou por filha, trará um cordeiro de um ano por holocausto, e um pombinho ou uma rola para expiação do pecado, diante da porta da tenda da congregação, ao sacerdote". Quando ele nasceu, seus pais o levaram ao templo "para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos". Lucas 2:24 não faz menção do cordeiro, provavelmente por José e Maria não terem condições para tanto (Levítico 12:8 "Mas, se em sua mão não houver recursos para um cordeiro, então tomará duas rolas, ou dois pombinhos, um para o holocausto e outro para a propiciação do pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação, e será limpa". Além disso José e Maria seguiram os outros rituais da Lei, como a circuncisão do menino Jesus e os dias de purificação de Maria por 40 dias após o parto. Resumindo, Jesus era um judeu, de família de judeus, seguindo e reconhecendo a Lei judaica e sua forma de adoração. Até então estava valendo isso, e a própria samaritana testifica que, segundo os judeus, o lugar de adoração era Jerusalém. Que Deus havia estabelecido um único lugar para adoração, isto pode ser visto em Deuteronômio 12 antes mesmo de indicar o lugar físico, que viria a ser Jerusalém, o mesmo onde Abraão levou o seu filho para ser sacrificado, onde Salomão construiu o templo e onde Jesus foi crucificado (ainda que fora dos portões). Os judeus adoravam, portanto, em verdade, isto é, segundo a Palavra de Deus. Porém não se pode dizer que adorassem em espírito, já que, primeiro, não tinham o Espírito Santo habitando em si e, segundo, o próprio Senhor testemunhou, citando Isaías 29:13, que aquele povo adorava a Deus com a boca, mas seu coração estava longe de Deus (Mt 15:8 e Mc 7:6). Os samaritanos, por sua vez, não adoravam nem em espírito, nem em verdade, já que tinham inventado para si mesmos o seu jeito de adorar, o qual não era segundo a verdade encontrada na Palavra de Deus. Até o lugar era diferente, adoravam no monte Gerizim. Mas o Senhor anunciou um tempo em que não seria mais Jerusalém (e muito menos Samaria) o lugar onde se devia adorar, mas em espírito e em verdade. Hoje um salvo por Cristo pode adorar em espírito, porém se a sua adoração não estiver de acordo com a Palavra de Deus ele não estará adorando em verdade. O único documento que temos mostrando a vontade de Deus quanto à adoração cristã são as epístolas dos apóstolos. Adoravam a Deus em grupos, reunidos nas casas! Adorar em Espírito e Verdade João 4.1-24 Quando chegamos aos cultos, ou em especial nos cultos de domingo, ouvimos sempre das pessoas que estão dirigindo o culto, “vamos ouvir o ministério de louvor e adoração”. Mas o que é louvor e adoração? Como podemos classificar se o momento é louvor ou se é adoração? Louvor: qual o significado desta palavra? Adoração: como decifrar? Ao passarmos pelo Evangelho de João vemos um diálogo de Jesus com uma mulher samaritana, diálogo que nos ensina algumas verdades, sobre a adoração e o louvor que o Senhor deseja de seu povo. Nos últimos tempos temos visto uma defasagem muito grande com relação dos louvores que temos apresentado nos cultos ao Senhor. Muitos líderes de louvor tem permitido o mundo invadir o seu ministério. Canções que não tem nenhum conteúdo bíblico, nenhuma base com a palavra de Deus e isso tem prejudicado e destruído muitos ministérios da igreja do Senhor. Mas nós não estamos querendo tratar deste assunto, o intuito deste estudo é falarmos sobre louvor e adoração. Depois nós iremos comentar sobre esse assunto, “porque os ministérios da igreja do Senhor Jesus têm fracassado no momento de se aproximar de Deus”. Voltando ao nosso tema louvor e adoração, Jesus cansado da viagem para em frente a um poço quando ali se encontra com aquela mulher samaritana, puxando algum assunto ele se depara com alguns pontos. Primeiro tradições João 4.9 A mulher samaritana lhe perguntou: "Como o senhor, sendo judeu, pede a mim, uma samaritana, água para beber? " ( Pois os judeus não se dão bem com os samaritanos)". Tradições que nos afastam e nos impede de conhecer o verdadeiro Deus e a verdadeira adoração. Isso tem acontecido com ministérios q tem vivido mais as tradições do que o verdadeiro Deus. Segundo falta de conhecimento Jesus lhe respondeu: "Se você conhecesse o dom de Deus e quem lhe está pedindo água, você lhe teria pedido e ele lhe teria dado água viva" João 4.10 Qual o conhecimento que temos tido de Deus? Jesus fez uma colocação muito importante, se você conhecesse você conhece o Jesus que “você tem adorado”? Podemos fazer outra pergunta. Como conheceremos a esse Jesus que nos conduz a verdadeira adoração? Muitas vezes temos oferecido coisas condenadas ao Senhor, coisas que o Senhor já condenou nós com a nossa mente e os nossos olhos fechados, não temos observado alguns pontos importantes no momento de adorarmos a um Deus soberano, terrível e grande. João 4.12 "acaso o senhor é maior que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, bem como seus filhos e seu gado?" Muitas vezes não enxergamos essa grandeza de nosso Salvador e oferecemos qualquer coisa. João 4.13-15 quando vivemos em tradições, e não vivemos prosseguindo a conhecer Jesus a tendência é sempre estarmos vazios de Deus e cheios do nosso eu. Mas quando conhecemos o nosso Deus, uma fonte transborda em nossa vida para a vida eterna, quando bebemos dessa fonte, isso nos faz conhecer o verdadeiro Deus e a verdadeira adoração. "Jesus respondeu: "Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna". A mulher lhe disse: "Senhor, dê-me dessa água, para que eu não tenha mais sede, nem precise voltar aqui para tirar água". João 4.13-15 Agora estamos vendo um ministério cheio do poder de Deus, mas ainda falta alguma coisa, pra concluirmos esse tema. João 4.20 "Nossos antepassados adoraram neste monte, mas vocês, judeus, dizem que Jerusalém é o lugar onde se deve adorar". O lugar da adoração, onde devemos adorar, como devemos adorar, a mulher mostrou claramente que ela foi ensinada e conduzida para locais e rituais de adoração, o que tem acontecido hoje? Quem está te conduzindo a adoração, como tem sido a atitude deste guia que você tem seguido, não estou aqui falando de seu líder, mas de sua mente, como ela tem te guiado? De que maneira você tem buscado o Senhor? Nossos antepassados, muitas vezes olhamos para as tradições, para as pessoas, os modelos de adoração que outras pessoas tem apresentado e nós temos seguido alguns modelos pagãos e não temos percebido, ou buscado na Palavra de Deus qual o verdadeiro modelo de adoração que ele aceita. Jesus declarou: "Creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém." João 4.21 Jesus mostra neste ponto que a localização do adorador não é nem remotamente mais importante que a atitude do adorador. Deus ele tem observado nossas atitudes. Quer um exemplo? Genesis 4.7 "Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo". Atitudes que nos condenam diante do Rei. Caim foi apresentar uma oferta ao Senhor, mas as suas atitudes eram más. Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta, observe que primeiro o Senhor agradou-se da vida, para depois agradar-se da oferta, seguindo o texto diz, ao passo que de Caim não se agradou o Senhor e nem de sua oferta. Veja que a pessoa está em primeiro lugar, o intuito do coração. As suas atitudes no momento de adorar tem sido boas ou, más? João 4.22 "Vocês, samaritanos, adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus." Vocês samaritanos adoram o que não conhecem. Isso é uma palavra muito forte, para os nossos dias, muitos tem falado que adora ao Senhor, que é apaixonado pelo Senhor, que não consegue viver sem o Senhor, tem muitas letras de novos artistas, podemos colocar desse modo, artistas que se dizem adoradores, quando não são, letras distante da Palavra da Verdade. Quando Jesus disse para aquela mulher vocês adoram o que não conhece, porque a salvação vem dos Judeus, ele sabia o que estava falando. Muitos hoje têm gritado sou apaixonado por ti Senhor, mas não conhece a Deus. Para adorar a Deus precisamos conhecer e entender o que sua Palavra diz, quando ele fala em Espírito e em Verdade, a verdade a que ele está se referindo é a palavra de Deus. Precisamos conhecer dentro de sua Palavra o modelo que ele deseja ser adorado., eu não posso adorar a Deus com atitudes erradas, ou com criações minhas, tenho que adorá-lo de acordo com a sua palavra. "No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade" João 4.23,24. No entanto está chegando e de fato já chegou. ELE JESUS O VERBO QUE SE FEZ CARNE (ENCARNADO, HUMANO), estava ali naquele momento, ele chegou agora temos o caminho para adoração, Jesus nosso guia, o guia que nos conduz ao Pai. Adorar em espírito e verdade é adorar Jesus que é espírito e verdade (VERDADEIRO DEUS VERDADEIRO HOMEM, TOTALMENTE DEUS TOTALMENTE HOMEM). Em Espírito, para adoração não dependemos de espaço físico. "Deus é Espírito" significa que o espaço físico não o limita. Está presente em todo lugar e pode adorar-se em qualquer lugar, a qualquer hora. Não é onde adoramos o que conta, a não ser como adoramos. É nossa adoração em espírito e na verdade? Tem a ajuda do Espírito Santo? Como nos ajuda o Espírito Santo na adoração? O Espírito Santo intercede por nós (Rom 8:26), ensina-nos as palavras de Cristo (Jo 14:26) e nos ajuda a nos sentir amados (Rom 5:5). “... Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores”. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4:23, 24). VERDADEIROS ADORADORES Todas as pessoas adoram, afirma a antropologia. O fato não é só saber o porquê ou como eles adoram, mas o que eles adoram. Jesus disse não podemos servir (umas das palavras para adorar) a dois senhores, a Deus e ao dinheiro (Mt 6:24). O termo para ‘dinheiro’ é mamon, uma palavra siríaca que designava a divindade das riquezas. Ou seja, no seu processo de adoração, o homem pode se voltar para qualquer objeto ou pessoa e prestar-lhes a seu culto. Se Jesus estava falando com uma nação que já conhecia o Deus verdadeiro, me pergunto: é possível então perder o foco da nossa adoração? Quais os critérios para uma adoração correta? Como ser adoradores de verdade? O Catecismo Maior de Westminister nos ensina que o fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus e gozá-Lo para Sempre. Noutras palavras, o homem só encontra real e plena satisfação adorando a Deus e se sujeitando a Sua vontade soberana. O plano redentivo de Deus consiste em restaurar o homem a seu estado de perfeita adoração a Ele. Cristo veio para fazer isso possível. Ele é o meio pelo qual o homem é capaz de prestar uma verdadeira adoração a Deus. Somente em Cristo, o homem se torna um verdadeiro adorador. ADORANDO EM ESPÍRITO E EM VERDADE Jesus neste texto afirma que a única forma de adoração aceita por Deus é aquela realizada em espírito (en pneumati) e em verdade (kai aletheia). Vamos analisar o que “em espírito e em verdade” realmente significa. O QUE É ADORAR A DEUS EM ESPÍRITO? Calvino comentando sobre este texto, afirma: “Deus, desde o princípio não aprova nenhum outro tipo de adoração que não seja espiritual, o qual concorda com Sua própria natureza[1]”. Há uma linha de pensamento que defende que, adoração em espírito, se trata da parte central do homem, a parte espiritual. Os tricotomistas geralmente seguem este caminho. Eles defendem que o homem é divido em corpo, alma e espírito, contudo, a parte mais importante é o espírito, o meio pelo qual o homem tem contato com Deus. Por isso que se deve adorar a Deus em espírito, com a parte essencial do homem. Esta ideia não passa de uma perspectiva neoplatônica e neo-gnóstica. Ignora-se totalmente a parte material do homem como parte de adoração a Deus. O corpo é considerado como mau e o “aprisionamento” do espírito. Cerimonialismo versus Espiritualidade Basicamente adorar a Deus em espírito significa adorar a Deus não nos moldes cerimoniais da carne, mas adorá-Lo no espírito, nos moldes do céu. Aquela mulher samaritana estava questionando a forma correta de adorar a Deus, e na mentalidade dela adoração estava intimamente ligada ao local e as cerimônias (Jo 4:20). O seu conceito de adoração se limitava a formalidades. Tanto na religião judaica quanto na samaritana, adoração dependia de um lugar e de formas, e ao afirmar que adoração é em espírito, Jesus estava confrontando esta ideia vazia de adorar a Deus. A expressão “em espírito” indica o princípio espiritual na adoração contrastando com o cerimonialismo, os símbolos e as festividades do Judaísmo. Adoração extrapola as formas; ela vai além do exterior; é feita em espírito, na própria essência do homem. Como diz em Salmo 34:18: “Perto está o Senhor dos que têm o espírito quebrantado, e salva os contritos de espírito”. O problema do formalismo é que ignora a dimensão interior e espiritual do homem; no formalismo – o cerimonialismo e o legalismo – a prática externa é mais valorizada do que a interna, o que Jesus combate ferrenhamente. Ele chama os fariseus de sepulcros caiados (Mt 26:27), porque valorizavam o exterior em detrimento do interior; Jesus também diz que o contamina o homem não é o que entra ( um dos aspectos do cerimonialismo da época) e sim o que sai, pois procede do “coração”, da essência do homem, seu espírito (Mt 15:11-18). Este é o principio espiritual da adoração contrastando com as formas, cerimônias e legalismos. A vida no Espírito Adorar a Deus em espírito também diz respeito à vida do Espírito Santo em nós, que é a própria natureza de Deus. Entender o culto e a adoração a Deus apenas como um conceito espiritual, pode acabar num reducionismo. Cristo afirma que a essência de Deus, deve ser a essência de nossa adoração “Deus é Espírito, e importa que O adoremos em Espírito” (v. 24). É fato que esta afirmação de Jesus, “em espírito”, aponta para a obra do Espírito Santo na vida do crente. Esta forma de interpretação é coerente e relevante porque é harmoniosa com a teologia Joanina a respeito do Espírito. João é o escritor evangelista que mais fala da pessoa e obra do Espírito Santo. Por esta razão, quando ele escreve estas palavras, com certeza, ele faz uso uma bagagem teológica que ele desenvolve no decorrer dos seus escritos. A adoração que Deus procura não se resume ao espírito do homem, porque ele é totalmente mau e está corrompido pelo pecado; nem esta adoração é apenas um principio espiritual, senão, estaríamos afirmando que haveria uma maneira de adorar a Deus sem a essência de Deus no homem (João 4:24 – Deus é Espírito). A única forma de adoração a Deus é a que nasce e se processa do e no Espírito de Deus na vida no eleito. Esta teologia é totalmente condizente com a pneumatologia no Novo Testamento. Algumas pessoas usam o argumento de que não pode ser o Espírito Santo porque a palavra não em capital, ou seja, em letra maiúscula. Esta lógica apresenta uma falha. O termo que se refere a Deus como espírito, no versículo 24, também está em minúsculo, e nem por isso pensamos que poderia ser outro espírito, que não seja o Espírito Santo. Ate porque, o fluir que se dá a entender aqui é que realmente Jesus está falando do Espírito de Deus que transforma e revitaliza a adoração do verdadeiro servo de Deus. O QUE É ADORAR A DEUS EM VERDADE? A palavra “verdade” e suas variantes como “verdadeiro” ou “verdadeiramente”, aparecem 94 vezes em todas as cartas escritas por João. A verdade, sua essência e suas implicações, é desenvolvido por João de maneira peculiar. Deve ser estudada como um fundamento da teologia Joanina. Agora, como Pilatos, podemos perguntar: “Que é a verdade”? (Jo 18:38). Cristo é a Verdade Em primeiro lugar, é a Verdade de Deus expressa na pessoa e Obra do Seu único Filho, Jesus o Cristo. É esse desfecho que esta passagem traz - a mulher samaritana encontrando a Verdade! João registra uma afirmação peculiar de Cristo acerca de Si mesmo, a verdade absoluta de Deus ( João 14:6). Ele afirma que está em Cristo e está na verdade (3 Jo 1:4). Em outro trecho, vemos Jesus dizendo que ao conhecer a verdade ela pode nos libertar (Jo 8:32) e logo mais adiante ele afirma que se “o filho vos libertar verdadeiramente sereis livres (VS 36). Nesse caso, vemos que a verdade é a base para nossa santificação. Ou seja, a verdade libertadora e santificadora está na obra do Libertador em nossas vidas; Cristo é a Verdade que liberta! A Palavra de Deus é a Verdade A palavra de Deus também é fonte de toda verdade. Em João 17:17, o evangelista registra uma declaração de Jesus em sua oração sacerdotal, dizendo: “santifica-os na verdade, a Tua palavra é a verdade”. No salmo 119:160 diz que “a soma de Tua palavra é a verdade”. A maneira como conhecemos a verdade é pela Palavra de Deus – a palavra escrita e a Palavra encarnada! Isso é adorar a Deus em verdade! É interessante observar que João afirma que a ação do Espírito de Deus é nos guiar na verdade. João desenvolve um pensamento peculiar sobre a obra do Espírito na vida do crente. O Espírito da verdade (Jo 14:17;) que permanece em nós (2 Jo 1:2) e nos guia em toda verdade (Jo 16:13), é a própria verdade (1Jo 5:7). Isto é, a obra do Espírito em nós é redunda na confirmação da Verdade de Deus e nunca o contrário. Isso traz duas implicações praticas: A primeira implicação é que podemos relacionar com Deus de verdade! Em 1 João 1:6-7 diz: “ 1:6 Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; 1:7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado”. Nota que o pivô de nossa comunhão com Deus é a verdade de Cristo em nós. A mentira, a falta da verdade, é incompatível com nossa vida com Deus. A verdade do Espírito produz em nós uma espiritualidade cujo eixo central é a verdade. Viver uma vida dúbia, hipócrita e mascarada, não faz jus a uma verdadeira espiritualidade. A segunda implicação é que podemos relacionar uns com os outros de verdade! Nota no verso acima que viver a verdade redunda em viver em comunhão de verdade. Ele usa uma situação até mais dramática para exemplificar isso. No capítulo 4 versículo 20 ele diz que se alguém diz que ama a Deus e odeia a seu irmão é mentiroso. Ou seja, esse alguém não tem a verdade. Em outras palavras, a verdade de Cristo em mim, produz um caráter alicerçado e edificado na verdade! Adorando a Deus na verdade ”Em verdade” também implica numa adoração onde a mente é exercida. John Stott em seu livro “Crer é também Pensar”, afirma o seguinte: “ a fé e a visão são postas em oposição, uma a outra, nas Escrituras, mas nunca a fé e a razão”[2]. Ele defende que todo o culto onde a mente não é praticada não é o culto aceitável por Deus. Este é o culto racional (logikos) de que trata o apóstolo Paulo em Romanos 12:1. Esse é o culto de verdade ou o culto em verdade! Cristo fala que a verdade libertadora deve ser conhecida, ou seja deve-se passar pelo crivo da mente, mudando a disposição do coração, gerando uma nova direção da vontade. Um culto onde não tem o uso da mente não é um culto de verdade! Paulo orienta os irmãos de Corinto a usar a suas mentes na adoração ao Senhor. Ele começa dizendo que temos a mente de Cristo ( 1ª Co 2:16), isto é, hoje podemos pensar como Cristo; e ele pede para que eles orassem e cantassem com o entendimento ( 1ª Co 14:14-15). Isto significa que adorar a Deus em Verdade, é entender e responder a Ele de modo racional; é estar consciente de sua ação em nós e como ele nossas decisões devem ser para Sua glória. Desenvolvendo um Estilo de Vida “em Espírito e em Verdade” Já que a nossa única maneira de adorar a Deus é em Espírito e em Verdade, devemos construir toda nossa estrutura de vida, de atitudes, de projetos e perspectivas em cima desta realidade. Andando em Espírito e em Verdade. Significa desenvolver uma espiritualidade onde sou sensível a voz do Espírito (quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas, Ap 2:29;3:6,13 e 22) e respondo a Seu direcionamento ( At 13:2). É também ser cheio do Espírito (Ef 5:18); orar no Espírito ( Jd 20); produzir o fruto que advém de minha comunhão com Ele (Gl 5:22-25) e receber sua capacitação para a realização da obra de Cristo (1ª Co 12). Toda esta dinâmica do Espírito em nós deve produzir a verdade, pois ele nunca contradiz ou distorce a verdade absoluta – escrita e encarnada. Servindo em Espírito e em Verdade. É fruto de minha relação com Deus através de Seu Espírito. O Espírito me capacita a realizar a obra de Cristo me confiando um dom, charis, específico (1ª Co 12 - 14). O corpo de Cristo é composto indivíduos chamados e capacitados pelo Espírito para sua edificação mútua. Servir em Espírito e em Verdade é se deixar ser usado pelo Espírito de Deus para a obra que Ele está realizando no mundo e na vida das pessoas. Louvando em Espírito e em Verdade. É declarar as verdades de Quem Deus é e do que Ele faz através do seu Espírito em nós, o qual clama Aba Pai ( Rm 8:15; Gl 4:6); porque não sabemos adorar como convém (Rm 8:26-27). Isso pode ser feito através de salmos, cânticos e hino espirituais (Cl 3:16;Ef 5:19). Salmos, Cânticos e Hinos espirituais não significam apenas músicas religiosas, mas expressar todo o seu louvor a Deus, através de cânticos e melodias que o Espírito de Deus concede! Muitas pessoas ao invés de Andar, Servir e Louvar a Deus em Espírito e em Verdade, têm apagado a chama do Espírito (1ª Ts 5:19) e até entristecido o Espírito (Ef 4:30) por isso sua adoração a Deus tem sido falha. Contudo, o Senhor ainda procura adoradores que o adorem em Espírito e em Verdade, Ele pode renovar e reavivar nossa vida! A maioria dos cristãos estão familiarizados com o versículo da Bíblia em João 4:24, onde Jesus disse que devemos adorar a Deus em espírito e em verdade, mas quantos de nós realmente fazemos o que Ele diz? Você sabe como adorar a Deus em espírito e em verdade? Tem certeza de que Deus aceita a sua atual forma de adoração? Você adora a Deus, de acordo com as Escrituras? O apóstolo Paulo descreve perfeitamente a verdadeira adoração em Romanos 12:1-2: “Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Esta passagem contém todos os elementos da verdadeira adoração. Primeiro, existe a motivação para a adoração: “as misericórdias de Deus.” Misericórdias de Deus são tudo o que Ele nos tem dado que não merecemos: amor eterno, a graça eterna, o Espírito Santo, a paz eterna, a fé salvadora, sabedoria, esperança, paciência, bondade, honra, glória, justiça, segurança, vida eterna, perdão, reconciliação, justificação, santificação, e muito mais. O conhecimento e a compreensão destes presentes incríveis nos motiva para derramar louvor e agradecimento, em outras palavras, adoração! Também na passagem há uma descrição da forma de nossa adoração: “apresentar os vossos corpos em sacrifício vivo, santo”. Apresentando os nossos corpos significa dar a Deus tudo de nós mesmos. A referência ao nosso corpo, aqui, significa todas as nossas faculdades humanas, toda a nossa humanidade, nossos corações, mentes, mãos, pensamentos, atitudes, tudo o que estão a ser apresentado a Deus. Em outras palavras, necessitamos dar o controle dessas coisas a Ele, assim como um sacrifício literal foi totalmente dado a Deus no altar. Mas como você pode perguntar? Novamente, a passagem é clara: “pela renovação da vossa mente”. Renovamos nossas mentes diariamente purificando-a da sabedoria “do mundo” e substituindo-a com “a verdadeira sabedoria” que vem de Deus. Nós adoramos a Deus com nossa mente renovada e limpa, não com nossas emoções. A primeira carta aos Coríntios 2:16 nos diz que temos “a mente de Cristo”, não as emoções de Cristo. Há apenas uma maneira de renovar nossas mentes, e que é pela Palavra de Deus. É a verdade, o conhecimento da Palavra de Deus, que é o conhecimento da misericórdia de Deus, e estamos de volta onde começamos. Para saber a verdade, acreditar na verdade, para ter convicção sobre a verdade, e amar a verdade, naturalmente resultará em verdadeiro culto espiritual. É convicção seguido de afeto, carinho que é uma resposta à verdade, e não a qualquer estímulo externo. A verdadeira adoração é adoração centrada em Deus. As pessoas sempre estão pensando aonde devem adorar, ou que música que se deve cantar no culto, e que aparência o culto tem para pessoas novas. Focalizando nessas coisas se perde o ponto de vista. Jesus nos diz que os verdadeiros adoradores “adorarão (Deus) em espírito e em verdade” (João 4:24). Isso significa que adoramos do coração, da maneira que Deus nos criou. A adoração pode incluir oração, ler a Palavra de Deus com um coração aberto, cantando, participando em comunhão, e servir aos outros. Ele não se limita a um ato, mas é bem feito quando o coração e atitude da pessoa estão no lugar certo. Também é importante saber que a adoração é reservada somente para Deus. Só Ele é digno e nenhum dos seus servos (Apocalipse 19:10). Nós não devemos adorar aos santos, profetas, estátuas, anjos, todos os falsos deuses, ou Maria, a mãe de Jesus. Adoração é feita para Deus, porque Ele merece e para o Seu prazer somente. A adoração pode ser o elogio público a Deus (Salmo 22:22, 35:18) em um ambiente congregacional, onde podemos proclamar, através da oração e louvor a nossa adoração e gratidão ao Senhor e o que Ele tem feito por nós. A verdadeira adoração é sentida interiormente, e depois sai através de nossas ações. “Imitando outras pessoas” por obrigação está desagradando a Deus e é feito completamente em vão. Deus pode ver através de toda a hipocrisia, que Ele odeia. Ele demonstra isso em Amós 5:21-24, quando Ele fala sobre o julgamento que vem. A verdadeira adoração não se limita ao que fazemos na igreja ou elogio aberto, embora estas coisas são boas e nos é dito na Bíblia para fazê-las. É o reconhecimento de Deus e todo o Seu poder e glória em tudo que fazemos. A mais alta forma de louvor e adoração é a obediência a Ele e a Sua Palavra. Para fazer isso, devemos conhecer Deus, não podemos ser ignorantes Dele. Adoração é glorificar e exaltar a Deus, mostrando nossa admiração e lealdade ao nosso Pai celestial. João trabalha alguns temas recorrentes em seu evangelho e nas epístolas. Há fortes advertências contra os ensinos heréticos do gnosticismo e docetismo, origem dos maiores ataques contra a doutrina das igrejas em sua época. Ele relata com detalhes todos os diálogos e milagres de Cristo que mostram a sua divindade além de sua natureza humana. E ele também dá muita ênfase às mudanças que uma pessoa sofre depois da conversão. Leia sua primeira epístola e observe que esses assuntos são recorrentes; resumidamente nas epístolas, mas extensamente trabalhados em seu evangelho. Quanto às mudanças sofridas pelas pessoas que se convertem, João sequencia duas conversas de Jesus de mesmo tema. A primeira é a conversa de Jesus com Nicodemos; a segunda, sua conversa com a mulher samaritana. Inquestionavelmente a conversa de Jesus com Nicodemos tem ênfase na nova natureza que os filhos de Deus recebem pós-conversão, assunto que ele vem introduzindo desde a abertura de seu evangelho: “Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus”. João 1:12. Ele passa também pelos símbolos de novo nascimento no batismo e na transformação de água em vinho até, finalmente, narrar a conversa de Jesus com Nicodemos no capítulo 3. A parte chave da conversa com Nicodemos que nos interessa é: “Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.” João 3:6. Acredito que a última sentença, destacada acima, pode explicar como é possível alguém adorar a Deus em espírito. Se João realmente estava elaborando o seu evangelho privilegiando os elementos que conduzem a um pensamento ou entendimento teológico a respeito de Cristo e da nova natureza do convertido, a sequência das histórias de Nicodemos e da história da mulher samaritana é proposital. Precisamos considerar cada uma delas como parte de um todo, do entendimento que se pode ter dessas duas histórias em conjunto. Quando a mulher samaritana questiona Jesus sobre qual seria o local correto para adorar a Deus, ele responde: “Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. João 4:22-23. Em outras palavras, o que Jesus poderia estar dizendo era que não importa o lugar onde se deve adorar, o que realmente interessa é nascer de novo, pois só quem nasce de novo não é mais carne, mas espírito; somente quem nasceu de novo nasceu do espírito e poderá adorar o Pai em espírito em qualquer lugar. Perceba a similaridade entre essas duas declarações de Jesus: 1) “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito”; 2) “Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Portanto, adoramos a Deus em espírito após recebermos a nova natureza espiritual na conversão e adoramos em verdade quando adoramos com sinceridade e de todo o coração. Eu vejo a ligação entre as declarações de Jesus nas histórias de Nicodemos e da mulher samaritana como um paralelismo muito profundo e intencional da parte de João. Há uma teologia muito complexa entre essas histórias, e o que está exposto neste texto é apenas um vislumbre. Espero que você também possa ver a importância da sua conversão, do nascer de novo, de sua nova natureza espiritual, e como ela faz toda a diferença na sua adoração a Deus!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

De onde Deus veio? Quem criou Deus?

Os Bárbaros #universidadedabiblia

Como Evitar o Culto à Personalidade


Como Evitar o Culto à Personalidade Mas o que é “culto à personalidade”? O culto à personalidade é uma estratégia de propaganda política baseada na exaltação das virtudes - reais e/ou supostas - do governante, dirigente, parlamentar ou membro de executivo, bem como da divulgação positivista de sua figura. Cultos de personalidades são frequentemente encontrados em regimes totalitários. Contudo a atitude é predominante, enquanto política de estado também, principalmente, nas chamadas “democracias”. O culto de personalidade ou culto à personalidade é uma estratégia de propaganda política baseada na exaltação das virtudes - reais e/ou supostas - do governante, bem como da divulgação positivista de sua figura. Cultos de personalidade são frequentemente encontrados em ditaduras, embora também existam em democracias. A expressão “culto à personalidade” foi usado pela primeira vez em 1956 por Nikita Khrushchov durante o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética. Khrushchov tomou o posto de secretário-geral deste partido após a morte de Joseph Stalin, assumindo a liderança da URSS até 1964 e promovendo as reformas que começariam a desmontar a estrutura rígida de centralização política e econômicas do Estado totalitário stalinista. Após o pronunciamento de Khrushchov, o termo passou a ser usado para referir-se a estratégia política – comum a regimes autoritários – de exacerbada exaltação dos líderes de Estado, especialmente os ditadores. O conceito de culto à personalidade se remete a uma forma de propaganda que eleva a figura de de líderes político a dimensões quase religiosas. Os discursos desse tipo de propaganda procura promover de forma exagerada os méritos e qualidades dos líderes em questão, ocultando sempre quaisquer críticas ou defeitos que possam fazer parte de sua personalidade e história. O culto à personalidade parte da concepção equivocada de que a história não é feita pela sociedade em si, mas unicamente pelas ações de grandes figuras capazes de manifestar a vontade geral. Essa concepção não é um erro acidental, mas uma forma estratégica de legitimar a dominação exercida pelo líder, pré-justificando suas ações e criando uma atmosfera de adoração e medo. Sobretudo durante o século XX, o uso do culto à personalidade como estratégia de poder pode ser observada em diferentes partes do mundo. A exaltação das figuras de Joseph Stalin e Adolf Hitler – ambos líderes de regimes totalitários – foi marcante durante o tempo em que ocuparam o poder. A cada um deles, correspondia uma estética única de propaganda política responsável por representar e difundir suas ideologias e programas de Estado. Benito Mussolini, na Itália e Mao Tsé-Tung, na China, também são exemplos de líderes carismáticos que adotaram – com considerável sucesso – a estratégia do culto à personalidade. Do ponto de vista material, o culto à personalidade se expressa de diversas formas. Na China, por exemplo, até hoje encontramos painéis gigantes retratando o rosto de Mao Tsé-Tung em locais públicos estratégicos. Na Espanha, a figura do ditador Francisco Franco era exaltada através da repetição de cantos, hinos e poesias que falavam sobre suas supostas virtudes e feitos históricos em defesa do povo espanhol. Na Alemanha nazista o culto à personalidade de Hitler se expressava também através de gestos, rituais e comprimentos que hoje são conhecidos por todos nós – como o braço estendido e a saudação Heil Hitler!. Os últimos anos do stalinismo foram marcados por projetos megalomaníacos de construção de monumentos e estátuas gigantescas por todo o território de influência soviética – hoje pontos de visita que atraem turistas interessados na história da Guerra Fria. Em todos estes casos, os meios de comunicação auxiliam na construção dessas narrativas extremamente tendenciosas, traçando um perfil heroico desses sujeitos. Usualmente, a queda de regimes ditatoriais que fazem uso do culto à personalidade é marcada por cenas históricas de depredação e queima desses símbolos. Um desses episódios, que pudemos assistir poucos anos atrás, foi a derrubada das estátuas de Saddam Hussein no Iraque. Hoje, a Coréia do Norte é talvez o país onde se encontra mais presente o culto à personalidade do chefe de Estado, Kim Jong-un. Ainda que mais relevante em regimes ditatoriais, o culto à personalidade também está presente em regimes democráticos, ficando evidente no tratamento que a mídia dá a algumas figuras durantes cenários políticos em que as disputas por poder se acirrar. PASTOR E CANTOR COMO EVITAR ESSA IDOLATRIA Só porque você é um líder forte e eficaz, não significa que você construiu um culto de personalidade. Assim deveria ser para todos nós. Mas o dicionário de Oxford nos ajuda a entender o que estamos tentando evitar. Ele define um culto da personalidade como uma “admiração mal colocada ou excessiva por uma pessoa ou coisa em particular.” Não há nada de errado com o seu povo admirá-lo como seu pastor. O problema começa quando a admiração saudável se transforma em obediência irrefletida, afastamento temeroso, ou um complexo messiânico. Só a nossa admiração por Jesus jamais poderia ser extraviada ou excessiva. Então, talvez a melhor maneira de evitar um culto à personalidade em seu ministério será buscar ativamente a criação de um culto à personalidade de outra pessoa, a saber, Jesus. Considere estas outras maneiras de ajudá-lo a evitar um culto à personalidade doentio. Poder. Onde o poder supremo na Igreja reside? Às vezes isso é difícil de definir. O organograma formal pode ou não refletir com precisão a realidade da igreja . Todos nós sabemos de igrejas governadas pelos maiores doadores, estejam estes na liderança formal ou não. Quem tem a última palavra? Se você é o pastor principal, alguém tem autoridade para te dizer “não”? Alguma vez algum outro líder já te disse “não” e você se submeteu aos pontos de vista dele? Se não, por quê? Se você nunca se submeteu a opinião ou a liderança de outra pessoa, quem irá ajudá-lo a identificar seus pontos cegos? Você supõe que você não tem pontos cegos? Se todo o poder na igreja reside em você, você pode estar estabelecendo um culto à personalidade. Acessibilidade. Quão acessível você é? Você dá a impressão de que você é “separado como santo” e diferente deles? Jesus algumas vezes afastou-se das multidões e nós também devemos fazê-lo. E eu absolutamente não estou advogando para qualquer pastor entregar o seu número de telefone celular para cada membro da congregação. Mas se o seu ministério o mantém afastado de pessoas problemáticas, você pode estar estabelecendo um culto à personalidade. Mesmo tendo passado a maior parte de seu tempo com os seus discípulos, Jesus reservou grande parte de sua atenção para pessoas problemáticas. Pense em quanto os Evangelhos nos dizem sobre esta atividade de Jesus. Ele passou tempo com prostitutas, revolucionários políticos e conspiradores, os marginalizados, os operários, e os fisicamente destruídos. Será que o seu ministério se parece com isso? Se não há caminhos para “pessoas normais” chegarem até você, você pode estar estabelecendo um culto à personalidade. Transparência. A cultura do legalismo pode facilmente surgir quando um pastor não consegue ser sabiamente transparente. Como é que a sua congregação vai acreditar na verdade do Evangelho e encontrar a liberdade em arrependimento se eles nunca o vêem fazê-lo? Não transforme o púlpito em um confessionário, mas ajude os outros a saber que você se arrepende de seus pecados, assim como eles fazem. Alguém na sua igreja vê você ficar cansado, frustrado, desanimado, impaciente e triste? Jesus fazia todas essas coisas para seus discípulos verem. Se ele podia ser transparente com este círculo mais íntimo, não deveríamos seguir seu exemplo? Por que alguém levaria os seus problemas para você, se você nunca parece saber como é a vida real? Mostrar aos outros como a sua identidade em Cristo como um homem de Deus justificado, amado, adotado, e liberto te ajuda a combater as mentiras que te levam ao isolamento e à aparência de estar com tudo perfeito. Se você não é transparente de forma saudável, você pode estar estabelecendo um culto à personalidade. Estabelecendo uma marca. Quanto de seus materiais promocionais, website, e culto de domingo mostram ou falam de você? O seu nome e rosto estão em todos os lugares? É importante para os visitantes identificar o pastor principal, mas você está na realidade comunicando que o ministério é todo sobre você? Se é tudo sobre o seu nome e rosto, você deve estar estabelecendo um culto à personalidade. Criticismo. Como você lida com as críticas? As pessoas são punidas por criticar você? Você fornece caminhos para um feedback? Você solicita feedback de pessoas que amam a Deus, amam sua Palavra, te amam, e não temem você? Não espere pela crítica, mas habitualmente peça o feedback. Torne uma prática regular quando se reunir com os membros da igreja a pergunta: “Você tem algum comentário sobre mim?” Este exemplo modela humildade, e os coloca em uma posição de compartilhar com honestidade, te ajudando a crescer em maneiras que você ainda não considerou. Se você nunca recebe críticas saudáveis ou pune aqueles que o fazem, você deve estar estabelecendo um culto à personalidade. Preste atenção no ônibus. O que aconteceria se você fosse atropelado por um ônibus? Será que todo o seu ministério iria parar de imediato ? É possível que você sutilmente goste de pensar que é indispensável? Precisamos nos arrepender desse orgulho cru que nos queima e esmaga os dons do corpo de Cristo. Combata este pecado, empoderando outros líderes a um nível elevado. Então, todo mundo saberá que você não acredita que a vida da igreja repousa completamente em seus ombros. Como você está investindo em futuros líderes que virão após você? Você consegue pensar em alguém que estaria na fila para liderar, se você morresse hoje à noite? Se você não consegue pensar em alguém, talvez seja hora de começar a investir em outros líderes. Se você é atropelado por um ônibus e seu ministério sofre uma parada brusca, você pode estar estabelecendo um culto à personalidade. Para ser claro, não é necessariamente um pecado ser popular, bem quisto, ou profundamente respeitado. Mas como você está buscando colocar atenção, poder e controle aos pés de Jesus? Você se deleita em ser o centro das atenções na igreja? Ou você procura direcionar a atenção, poder e controle para o Rei Jesus? Como você pode diminuir para que Ele possa crescer? (João 3:30) IDOLATRIA GOSPEL DE CANTORES E PASTORES Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno. E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para que conheçamos ao Verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém. 1ª João 5:19-21 As cinco principais características proeminentes em uma pessoa que já atingiu um certo nível avançado de idolatria: 1 - A pessoa adota um profeta humano como um tipo de "mentor incontestável", o qual, ela idolatra sem perceber. 2 - A pessoa quando tem dúvidas busca sempre as respostas nas considerações do seu ídolo, e não na Bíblia. 3 - Quando está em um debate bíblico, a pessoa não tem opinião própria e sempre responde colando textos do seu ídolo. 4 - A pessoa considera o seu ídolo um ser infalível, incontestável, e incapaz de cometer algum erro. 5 - A pessoa fica muito irritada quando alguém cita um defeito do seu ídolo. 6 - A pessoa passa a tem mais preferência pelas publicações do seu ídolo do que pela própria Bíblia. 7 - A pessoa passa a utilizar o mesmo linguajar do seu ídolo, utilizando as mesmas frases, teorias, termos e jargões. 8 - A pessoa passa a considerar falsos todos os demais profetas que não é o seu ídolo. 9 - A pessoa se refere a textos escritos pelo seu ídolo como sendo a "Palavra de Deus". 10 - A pessoa não presta mais atenção em nenhuma consideração colocada por alguém que não seja o seu ídolo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Missões e o Espírito Santo

John Hyde estava em caminho para um posto missionário na Índia. A bordo recebeu este telegrama: "Estais cheio do Espírito?" Ele era conhecido como um grande pregador presbiteriano, e sua primeira reação, enquanto amarrotava o telegrama e o metia no bolso, foi esta: "Que ousadia, enviar-me um telegrama perguntando-me se estou cheio do Espírito Santo"! Naturalmente que estou, pois eu sou um missionário! Voltou apressado para seu camarote, mas de alguma forma o Espírito de Deus lhe falou. Tirou do bolso o telegrama, e leu-o outra vez. Caiu de joelhos e se entregou inteiramente ao Senhor. Entregou tudo, e clamou com fé pelo poder do Espírito Santo em sua vida. John Hyde foi para Índia, e um grande reavivamento se realizou. Foi da Índia à Coréia do Sul. Em 1902 e 1905 houve o grande reavivamento coreano. Começou entre missionários presbiterianos e inundou a Coréia, porque um homem estava cheio do Espírito Santo. Jonathan Goforth, lá na sua missão na Manchúria, ouviu falar desse acontecimento. Voltou, viu o reavivamento, e recebeu conhecimento da vida cheia do Espírito. Então voltou para a Manchúria, e ali rompeu um dos maiores reavivamentos de todos os tempos. Três grandes reavivamentos, porque um homem ficou cheio do Espírito. Que aconteceria na cidade de São Paulo, se nós que aqui estamos nesta noite pudéssemos conhecer algo da plenitude e do poder do Espírito de Deus? Quereis pagar o preço? O avivamento virá, quando o povo de Deus estiver pronto para pagar o preço! Vimos como um homem preparado em famoso seminário, a caminho para uma obra missionária, mas CHEIO DO ESPÍRITO SANTO foi o instrumento para três grandes avivamentos.
● Na Índia.
● Na Coréia.
● Na Manchúria.
Precisamos de um avivamento. Este é o grande desafio e ordem para a igreja de Jesus "Enchei-vos do Espírito Santo".

QUAIS DONS SÃO ESSES, CHAMADOS DONS DE CRISTO À IGREJA?


QUAIS DONS SÃO ESSES, CHAMADOS DONS DE CRISTO À IGREJA? O DOM DE APÓSTOLO (Efésios 4,11) JESUS tinha muitos discípulos, mas apenas doze apóstolos. Um discípulo é um seguidor, um apóstolo é um comissionado. Os apóstolos tinham de ter três qualificações: 1. CONHECER PESSOALMENTE A CRISTO (1ª Coríntios 9.1,2). 2. SER TESTEMUNHA TITULAR DA SUA RESSURREIÇÃO (Atos 1.21-23). 3. TER O MINISTÉRIO AUTENTICADO COM MILAGRES ESPECIAIS (2ª Coríntios 12.12). Nesse sentido, NÃO TEMOS MAIS APÓSTOLOS HOJE. Num sentido geral, todos nós da igreja de Jesus fomos chamados para ser enviados (João 20.21). O verbo grego apostello quer dizer "enviar", e todos os cristãos são enviados ao mundo como embaixadores e testemunhas de Cristo para participar da missão apostólica de toda a igreja. Expressamos nossa convicção de que, hoje, uma igreja apostólica é aquela que segue a doutrina dos apóstolos, e não aquelas que dão a seus líderes o título de apóstolos. A partir da própria definição de apóstolo, é evidente que seu ministério devia cessar com a morte da primeira geração da igreja. O DOM DE PROFETA (Efésios 4.11). Os profetas não eram apenas aqueles que previam o futuro, mas, sobretudo, aqueles que proclamavam a palavra de Deus. Eles recebiam suas mensagens diretamente do Espírito Santo. Não temos mais mensagens revelacionais. O cânon da Bíblia está completo. Hoje não temos mais profetas, mas o dom de profecia, que é a exposição fiel das Escrituras. Ninguém pode reivindicar uma inspiração comparável àquela dos profetas nem usar a fórmula introdutória deles: "Assim diz o Senhor". Se isso fosse possível, teríamos de acrescentar as palavras de tal pessoa às Escrituras, e toda a igreja teria de escutar e obedecer. O ministério, ou pelo menos o nome, de profeta logo deixou de existir na igreja. Sua obra, que era receber e declarar a palavra de Deus sob inspiração direta do Espírito Santo, era mais vital antes da existência do cânon das Escrituras do Novo Testamento. O DOM DE EVANGELISTA (Efésios 4.11). Os evangelistas eram os missionários itinerantes. Todos os ministros devem fazer a obra do evangelista (2ª Timóteo 4.5). Os apóstolos e profetas lançaram o fundamento da igreja, e os evangelistas edificaram sobre esse fundamento, ganhando os perdidos para Cristo. Cada membro da igreja deve ser uma testemunha de Cristo (Atos 2.42-47; 8.4; 11.19-21), mas há pessoas a quem Jesus dá o dom especial de ser um evangelista. Podemos presumir que o trabalho deles era uma obra itinerante de pregação orientada pelos apóstolos, e parece ser justo chamá-los de "a milícia missionária da igreja". O fato de não termos esse dom não nos desobriga de evangelizar. Ao referir-se ao dom de evangelista, talvez se refira ao dom da pregação evangelística, ou de fazer o evangelho especialmente claro e relevante aos descrentes, ou de ajudar as pessoas medrosas a dar o passo da entrega a Cristo, ou o testemunho pessoal eficiente. Provavelmente, o dom de evangelista tome todas as formas diferentes e outras mais. Deve ter algum relacionamento com ministério evangelístico, seja na evangelização de massa, na evangelização pessoal, na evangelização pela literatura, na evangelização por filmes, na evangelização pelo rádio e pela televisão, na evangelização pela música ou pelo emprego de algum outro meio de comunicação. O DOM DE PASTORES E MESTRES (Efésios 4.11). Pastores e mestres constituem um só ofício com dupla função. Deus chama alguns para ser pastores e mestres. O pastor ensina e exorta. Ele alimenta, cuida, protege, vigia e consola as ovelhas (Atos 20.28-30). Ele faz isso por meio da palavra de deus. A palavra é o alimento, a vara e também o cajado que o pastor usa. Embora todo pastor deve ser um mestre, nem todo mestre é um pastor. Todos os cinco dons vistos até aqui estão ligados ao ensino das Escrituras. A palavra de Deus é o grande instrumento para a edificação da igreja. A CCB É CONTRA O MINISTÉRIO PASTORAL Os membros da CCB costumam dizer que em sua igreja não existe pastor, pois o único pastor é Jesus. O que exerce tal função é o “ancião”. A palavra pastor toma um tom pejorativo na CCB. A CCB tem como base João cap.10 que diz: “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem”, Outro texto muito usado é o Salmo 23: “ O Senhor é o meu pastor nada me faltará...” MAS A BÍBLIA TAMBÉM ENSINA “E ele (Jesus) deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres” (Ef 4.11). “Lembrai-vos dos vossos pastores, os quais vos falaram a palavra de Deus, e, atentando para o êxito da sua carreira, imitai-lhes a fé” (Hb 13.7). “Obedecei a vossos pastores, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil” (Hb 13.17). É claro que os anciãos da CCB fazem o papel de pastor, porém sem usar o rótulo. E o próprio Jesus ordenou isso a Pedro: “Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas”. Algumas pessoas usam Mateus 23. 1-10 interpretando que não existe o título de pastor e que Jesus proibiu, só que essas pessoas citam o texto fora do seu contexto os versículos 11-12 seguintes explicam o que Jesus disse: O maior entre vocês deverá ser servo. Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. Mateus 23:11,12; Entendeu o que Jesus quis dizer, Ele diz para seus apóstolos e discípulos serem humildes e não exaltados como eram os fariseus. E os apóstolos entenderam bem isso, porque em suas saudações nas suas Epístolas é sempre: " Paulo SERVO de Jesus Cristo", "Pedro SERVO de Jesus", "Judas SERVO de Jesus" . Outros dizem que os dons são só para servir e não títulos, mas não tem como separar alguém que foi vocacionado por Jesus para servir sem títulos, porque apóstolos não era nome próprio e sim título e foi Jesus quem deu. Se o pastorado não é um cargo e nem um ofício, mas sim um dom, então porque mulher não pode ter esse dom? Deus deu dons somente aos homens mas não deu para as mulheres? SÃO CONTRA O SUSTENTO DO OBREIRO Na CCB, os cargos não são assalariados, o que não quer dizer que esta postura esteja errada, porém, a CCB prega que o recebimento de salários para quem dirige uma igreja é anti bíblico com base no verso á seguir; “Outras igrejas despojei, recebendo delas salário, para vos servir” (2ª Coríntios 11.8). Paulo recebeu salário de certas igrejas em seus dias para servir aos crentes de Corinto. A CCB, porém, afirmam que o pastor ou obreiro que recebe salário é mercenário e ladrão. No caso da CCB, os que exercem cargos tem plenas condições de sustento, porque trabalham fora, e a noite administram a igreja, o cargo mais alto que é o de Ancião, geralmente são exercidos por pessoas que tem maior possibilidade de ficar mais disponível na Obra de Deus são autônomos, profissionais liberais ou aposentados, ou seja; sempre tem alguém disponível pra dar atendimento tanto na igreja, como atender a irmandade no dia dia. Neste ponto difere muito do pastor, o qual não exerce outra atividade, a não ser ficar disponível todos os dias para o corpo administrativo da igreja, bem como para seus fiéis Os apóstolos e Jesus viviam das ofertas que recebiam. Em João 12.6 lemos que havia uma bolsa para receber as ofertas, bolsa essa que Judas tirava o que podia, mas que mesmo assim mantinha dinheiro para comprar pão (João 6.5-7). ALGUMAS MULHERES SUSTENTAVAM O MINISTÉRIO DE JESUS Depois disso Jesus ia passando pelas cidades e povoados proclamando as boas novas do Reino de Deus. Os Doze estavam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças: Maria, chamada Madalena, de quem haviam saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, administrador da casa de Herodes; Susana e muitas outras. Essas mulheres ajudavam a sustentá-los com os seus bens. Lucas 8:1-3 TODA COMUNIDADE SUSTENTAVAM OS APÓSTOLOS E MEMBROS DA IGREJA PRIMITIVA Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham. Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus, e grandiosa graça estava sobre todos eles. Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um. José, um levita de Chipre a quem os apóstolos deram o nome de Barnabé, que significa encorajador, vendeu um campo que possuía, trouxe o dinheiro e o colocou aos pés dos apóstolos. Atos 4:32-37; Cuidado para não se tornar tão concentrado em tuas diferenças com os outros cristãos que perca de vista tua indiferença para com Deus. A vitória final já foi assegurada para a igreja de Cristo na morte e ressurreição de Jesus. Dado que Jesus é o dono, edificador e defensor da igreja, os seguidores de Cristo são deixados com uma pergunta fundamental: o que deve ser a marca distintiva dos cristãos quando eles se reúnem para adorar ao Deus triúno, levar o trabalho das atividades ministeriais cotidianas e se engajar nas dificuldades da apologética e evangelismo? Elaborado de forma sucinta: como, então, nós devemos viver como a igreja de Cristo? Uma resposta pode ser encontrada no Discurso da Sala Superior, no evangelho de João. Logo depois da saída de Judas para trai-lo, Jesus oferece uma exortação de despedida aos discípulos exauridos dele, a fim de prepará-los para a sua crucificação: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13.34-35). Para vencer um mundo vandalizado pela traição e pela morte, Jesus direciona os seguidores dele a amar uns aos outros. À primeira vista, o chamado de Jesus para amar pode soar oco. Em nossos dias, o amor é influente, mas impotente. Tristemente, muitos pensam no amor em termos de gratificação de si mesmo ao invés de sacrifício de si mesmo. Para eles, o amor é apenas um sentimento que deve ser protegido e acomodado. Como um resultado disso, amor em nossa cultura é uma comodidade para ser usada, não um compromisso para ser cultivado. Para Cristo, entretanto, amor é mais do que palpitações caprichosas. Num sentido, não há nada novo sobre o mandamento de Jesus. Antes, em Levítico 19.18, o povo de Deus foi instruído a amar os seus próximos. O que é novo não é princípio, mas o paradigma. Nós iremos nos amar um aos outros, Jesus disse, “assim como eu vos amei”. O amor sacrificial de Jesus, mostrado na cruz, é o padrão pelo qual nós iremos nos amar uns aos outros. Isso não significa que nós devemos literalmente ser crucificados para amar nossos irmãos e irmãs em Cristo. Mas isso significa que nós devemos considerar os interesses deles acima dos nossos próprios (Filipenses 2.3-8). Na medida em que o amor centrado em Cristo definir nossas igrejas, o mundo que nos assiste irá medir a credibilidade de nosso testemunho. Não obstante isso, Jesus afirma mais à frente que o mundo irá julgar a veracidade do evangelho baseado em nosso amor uns pelos outros (João 17.20-23). Se o novo mandamento de Jesus resume suas ordens, então o oposto das palavras dele é verdade também. Nossa falha em amar terá um impacto direto em nossas congregações. Se nós não mostrarmos uns aos outros o amor de Cristo, o mundo não irá saber que nós somos discípulos dele; e, ainda mais sobriamente, eles não conhecerão o amor de Deus no evangelho. Como o falecido Francis Schaeffer corretamente afirmou: se visível, o amor como o de Cristo é a apologética final. Se falarmos nas línguas dos homens e apologistas, mas não tivermos amor, nossas igrejas vão soar como gongos barulhentos e címbalos que retinem (1ª Coríntios 13.1). Sem o amor de Cristo, por que o mundo ouviria o testemunho da igreja? O amor é a grande marca da igreja. Nosso amor uns pelos outros demonstra que nós somos discípulos de Cristo e mostra ao mundo o amor de Deus em Cristo. Enquanto a fé cristã é objetivamente verdadeira, independentemente de quão bem sigamos o mandamento de Cristo, devemos lembrar que o mundo frequentemente mede as afirmações de verdade do cristianismo pelas vidas dos cristãos professos. Quando falhamos em amar (e iremos), nós devemos também lembrar que Cristo não edifica a igreja dele por nossa causa, mas apesar de nós e também através de nós. O grande testemunho da igreja é que “Deus prova o seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Se isso é verdade (e é), talvez uma pergunta melhor para fazermos é: “como, então, nós devemos amar?”.

Excelente Explicação sobre os Apóstolos


QUAIS DONS SÃO ESSES, CHAMADOS DONS DE CRISTO À IGREJA? O DOM DE APÓSTOLO (Efésios 4,11) JESUS tinha muitos discípulos, mas apenas doze apóstolos. Um discípulo é um seguidor, um apóstolo é um comissionado. Os apóstolos tinham de ter três qualificações: 1. CONHECER PESSOALMENTE A CRISTO (1ª Coríntios 9.1,2). 2. SER TESTEMUNHA TITULAR DA SUA RESSURREIÇÃO (Atos 1.21-23). 3. TER O MINISTÉRIO AUTENTICADO COM MILAGRES ESPECIAIS (2ª Coríntios 12.12). Nesse sentido, NÃO TEMOS MAIS APÓSTOLOS HOJE. Num sentido geral, todos nós da igreja de Jesus fomos chamados para ser enviados (João 20.21). O verbo grego apostello quer dizer "enviar", e todos os cristãos são enviados ao mundo como embaixadores e testemunhas de Cristo para participar da missão apostólica de toda a igreja. Expressamos nossa convicção de que, hoje, uma igreja apostólica é aquela que segue a doutrina dos apóstolos, e não aquelas que dão a seus líderes o título de apóstolos. A partir da própria definição de apóstolo, é evidente que seu ministério devia cessar com a morte da primeira geração da igreja. O DOM DE PROFETA (Efésios 4.11). Os profetas não eram apenas aqueles que previam o futuro, mas, sobretudo, aqueles que proclamavam a palavra de Deus. Eles recebiam suas mensagens diretamente do Espírito Santo. Não temos mais mensagens revelacionais. O cânon da Bíblia está completo. Hoje não temos mais profetas, mas o dom de profecia, que é a exposição fiel das Escrituras. Ninguém pode reivindicar uma inspiração comparável àquela dos profetas nem usar a fórmula introdutória deles: "Assim diz o Senhor". Se isso fosse possível, teríamos de acrescentar as palavras de tal pessoa às Escrituras, e toda a igreja teria de escutar e obedecer. O ministério, ou pelo menos o nome, de profeta logo deixou de existir na igreja. Sua obra, que era receber e declarar a palavra de Deus sob inspiração direta do Espírito Santo, era mais vital antes da existência do cânon das Escrituras do Novo Testamento. O DOM DE EVANGELISTA (Efésios 4.11). Os evangelistas eram os missionários itinerantes. Todos os ministros devem fazer a obra do evangelista (2ª Timóteo 4.5). Os apóstolos e profetas lançaram o fundamento da igreja, e os evangelistas edificaram sobre esse fundamento, ganhando os perdidos para Cristo. Cada membro da igreja deve ser uma testemunha de Cristo (Atos 2.42-47; 8.4; 11.19-21), mas há pessoas a quem Jesus dá o dom especial de ser um evangelista. Podemos presumir que o trabalho deles era uma obra itinerante de pregação orientada pelos apóstolos, e parece ser justo chamá-los de "a milícia missionária da igreja". O fato de não termos esse dom não nos desobriga de evangelizar. Ao referir-se ao dom de evangelista, talvez se refira ao dom da pregação evangelística, ou de fazer o evangelho especialmente claro e relevante aos descrentes, ou de ajudar as pessoas medrosas a dar o passo da entrega a Cristo, ou o testemunho pessoal eficiente. Provavelmente, o dom de evangelista tome todas as formas diferentes e outras mais. Deve ter algum relacionamento com ministério evangelístico, seja na evangelização de massa, na evangelização pessoal, na evangelização pela literatura, na evangelização por filmes, na evangelização pelo rádio e pela televisão, na evangelização pela música ou pelo emprego de algum outro meio de comunicação. O DOM DE PASTORES E MESTRES (Efésios 4.11). Pastores e mestres constituem um só ofício com dupla função. Deus chama alguns para ser pastores e mestres. O pastor ensina e exorta. Ele alimenta, cuida, protege, vigia e consola as ovelhas (Atos 20.28-30). Ele faz isso por meio da palavra de deus. A palavra é o alimento, a vara e também o cajado que o pastor usa. Embora todo pastor deve ser um mestre, nem todo mestre é um pastor. Todos os cinco dons vistos até aqui estão ligados ao ensino das Escrituras. A palavra de Deus é o grande instrumento para a edificação da igreja. A CCB É CONTRA O MINISTÉRIO PASTORAL Os membros da CCB costumam dizer que em sua igreja não existe pastor, pois o único pastor é Jesus. O que exerce tal função é o “ancião”. A palavra pastor toma um tom pejorativo na CCB. A CCB tem como base João cap.10 que diz: “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem”, Outro texto muito usado é o Salmo 23: “ O Senhor é o meu pastor nada me faltará...” MAS A BÍBLIA TAMBÉM ENSINA “E ele (Jesus) deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres” (Ef 4.11). “Lembrai-vos dos vossos pastores, os quais vos falaram a palavra de Deus, e, atentando para o êxito da sua carreira, imitai-lhes a fé” (Hb 13.7). “Obedecei a vossos pastores, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil” (Hb 13.17). É claro que os anciãos da CCB fazem o papel de pastor, porém sem usar o rótulo. E o próprio Jesus ordenou isso a Pedro: “Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas”. Algumas pessoas usam Mateus 23. 1-10 interpretando que não existe o título de pastor e que Jesus proibiu, só que essas pessoas citam o texto fora do seu contexto os versículos 11-12 seguintes explicam o que Jesus disse: O maior entre vocês deverá ser servo. Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. Mateus 23:11,12; Entendeu o que Jesus quis dizer, Ele diz para seus apóstolos e discípulos serem humildes e não exaltados como eram os fariseus. E os apóstolos entenderam bem isso, porque em suas saudações nas suas Epístolas é sempre: " Paulo SERVO de Jesus Cristo", "Pedro SERVO de Jesus", "Judas SERVO de Jesus" . SÃO CONTRA O SUSTENTO DO OBREIRO Na CCB, os cargos não são assalariados, o que não quer dizer que esta postura esteja errada, porém, a CCB prega que o recebimento de salários para quem dirige uma igreja é anti bíblico com base no verso á seguir; “Outras igrejas despojei, recebendo delas salário, para vos servir” (2ª Coríntios 11.8). Paulo recebeu salário de certas igrejas em seus dias para servir aos crentes de Corinto. A CCB, porém, afirmam que o pastor ou obreiro que recebe salário é mercenário e ladrão. No caso da CCB, os que exercem cargos tem plenas condições de sustento, porque trabalham fora, e a noite administram a igreja, o cargo mais alto que é o de Ancião, geralmente são exercidos por pessoas que tem maior possibilidade de ficar mais disponível na Obra de Deus são autônomos, profissionais liberais ou aposentados, ou seja; sempre tem alguém disponível pra dar atendimento tanto na igreja, como atender a irmandade no dia dia. Neste ponto difere muito do pastor, o qual não exerce outra atividade, a não ser ficar disponível todos os dias para o corpo administrativo da igreja, bem como para seus fiéis Os apóstolos e Jesus viviam das ofertas que recebiam. Em João 12.6 lemos que havia uma bolsa para receber as ofertas, bolsa essa que Judas tirava o que podia, mas que mesmo assim mantinha dinheiro para comprar pão (João 6.5-7). ALGUMAS MULHERES SUSTENTAVAM O MINISTÉRIO DE JESUS Depois disso Jesus ia passando pelas cidades e povoados proclamando as boas novas do Reino de Deus. Os Doze estavam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças: Maria, chamada Madalena, de quem haviam saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, administrador da casa de Herodes; Susana e muitas outras. Essas mulheres ajudavam a sustentá-los com os seus bens. Lucas 8:1-3 TODA COMUNIDADE SUSTENTAVAM OS APÓSTOLOS E MEMBROS DA IGREJA PRIMITIVA Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham. Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus, e grandiosa graça estava sobre todos eles. Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um. José, um levita de Chipre a quem os apóstolos deram o nome de Barnabé, que significa encorajador, vendeu um campo que possuía, trouxe o dinheiro e o colocou aos pés dos apóstolos. Atos 4:32-37

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Resposta aos sem denominação???


Desigrejados, me expliquem: Se Cristo é o cabeça de toda igreja (Efésios 1.22; 5.23;32; Colossenses 1.18) e a igreja é definida como um corpo (Efésios 2.21; 4.16; Colossenses 1.24 (Ekklesia)), com vários membros e cada membro com sua diversificação de função, me expliquem como ser só mão? só orelha? só pé...? Me expliquem também como é feita a ceia (katangellõ), já que é assim definido por (Koinõnia) mesa do Senhor como uma comunhão (Ekklesia): Não tendes porventura casas para comer e para beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo. I Coríntios 11:22; engraçado que a ceia partilha do pão, e do vinho, carne e sangue, com os demais, como fazer isso estando só? Me expliquem, gostaria de saber... *IGREJA vem da palavra *grega (*ekklesia), que se refere às pessoas “chamadas para fora”. Naquela época, esta palavra foi usada para falar de assembleias gerais de cidadãos de certos locais, e passou a ser usada para identificar o conjunto de pessoas chamadas para sair do pecado e pertencer exclusivamente a Cristo. Às vezes, ela descreve a totalidade destas pessoas: “a igreja dos primogênitos arrolados nos céus” (Hebreus 12:23). É neste sentido geral ou universal que Paulo falou sobre a igreja em Efésios 5:22-33 e em várias outras passagens. Por se referir a um conjunto ou assembleia de pessoas, a palavra é usada outras vezes no Novo Testamento para identificar um grupo local, uma congregação que se reunia em determinada cidade, por exemplo. Este é o sentido quando lemos da “igreja de Deus que está em Corinto” (1 Coríntios 1:2), ou, referindo-se a várias congregações na mesma região, as “igrejas da Galácia” (Gálatas 1:2). O ponto importante quando pensamos no significado bíblico da palavra igreja é entender que fala de pessoas, e não de prédios. No uso popular, igreja pode significar edifício, MAS no uso (*BÍBLICO), nunca se refere a um local construído com blocos e cimento. O edifício é espiritual, e as pedras usadas na construção são os próprios cristãos. Com este entendimento, podemos evitar distorções populares. Uma igreja não precisa de “templo” ou “prédio” para ser real e legítima, precisa de pessoas! *É ISSO QUE " IGREJA " SIGNIFICA !!!! O PERIGO DAS FALSAS DOUTRINAS As falsas doutrinas são espalhadas por falsos mestres com o propósito de desviar as pessoas da verdade e afastá-las de Deus. As falsas doutrinas são populares, palatáveis, agradáveis aos ouvidos, pois enaltecem o orgulho humano e menosprezam a graça de Deus. Há muitos pregadores que distorcem a verdade e pregam um outro evangelho e assim, desviam as pessoas dos retos caminhos de Deus. Muitos pregadores que estão ocupando a mídia hoje não pregam a respeito de conversão, mas pregam prosperidade. Não pregam sobre a vida eterna, mas sobre supostos milagres. Não pregam sobre a necessidade do arrependimento, mas sobre os direitos que o homem tem diante de Deus. Esse falso evangelho ajunta multidões nos templos, mas não as coloca no caminho estreito que conduz ao céu.Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo; Os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que a si mesmos se separam, sensuais, que não têm o Espírito. Judas 1:17-19; PROSSEGUIR AVANTE NA LUTA DEFENDENDO A FÉ EVANGÉLICA Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo. Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam. Filipenses 3:12-17; NOVAS REVELAÇÕES E NOVO MOVIMENTO Hoje, vivemos o outro extremo. O ano de 1960 irrompeu com os hippies, um movimento de contracultura. Os jovens revoltaram-se contra a autoridade dos pais e rebelaram-se contra todo tipo de autoridade institucional. O novo movimento dos sem denominação é muito parecido, revoltaram-se e rebelaram-se contra toda autoridade institucional das denominações, não aceitam pastores e denominação! É o resultado do liberalismo teológico sem compromisso. Uma anarquia porque onde não existe liderança é uma anarquia. A IGREJA DE JESUS É UM ORGANISMO VIVO E TAMBÉM UMA ORGANIZAÇÃO, tem autoridades constituídas desde os apóstolos. São Pastores, Presbíteros e Diáconos. MAU EXEMPLO DE REVOLTA E REBELIÃO NO ANTIGO TESTAMENTO - e eles se insurgiram contra Moisés. Com eles estavam duzentos e cinquenta israelitas, líderes bem conhecidos na comunidade e que haviam sido nomeados membros do concílio. Eles se ajuntaram contra Moisés e Arão, e lhes disseram: "Basta! A assembleia toda é santa, cada um deles é santo, e o Senhor está no meio deles. Então, por que vocês se colocam acima da assembleia do Senhor? " Números 16:2,3; MAU EXEMPLO DE REVOLTA E REBELIÃO NO NOVO TESTAMENTO NOS ÚLTIMOS DIAS - Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades; Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. 2ª Pedro 2:10,11; Fui adicionado a um grupo que se intitulam apologetas, mas tive de sair porque me desrespeitaram chamando-me de cão guloso, lobo e dono de empreja = empresa igreja e eu nem sou pastor, já pensou se eu fosse um? Todavia, amados, lembrem-se do que foi predito pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo. Eles diziam a vocês: "Nos últimos tempos haverá zombadores que seguirão os seus próprios desejos ímpios". Estes são os que causam divisões entre vocês, os quais seguem a tendência da sua própria alma e não têm o Espírito. Judas 1:17-19; UM DESIGREJADO ESCREVEU PARA MIM: Sinto desapontá-lo, mas não é preciso frequentá-las. As suas doutrinas heréticas são as mesmas e quando diferem em uma praticam outra o que dá no mesmo. O que pode ocorrer é haver uma ou outra pessoa que ainda tem salvação se não endurecer o coração, mas a instituição é errada, corrompida e podre. *COMO LHE RESPONDI Desculpe, mas não creio em acadêmicos. Muitos se convencem facilmente que são discípulos de Jesus e da Sua Palavra, quando apenas são discípulos de si mesmos e de suas opiniões. Joseph Smith Jr. dizia que todas igrejas se corromperam e aí inventou os mórmons hoje se chamam a igreja de Jesus dos santos dos últimos dias se acham donos da verdade.

Resposta aos sem denominação?


Desigrejados, me expliquem: Se Cristo é o cabeça de toda igreja (Efésios 1.22; 5.23;32; Colossenses 1.18) e a igreja é definida como um corpo (Efésios 2.21; 4.16; Colossenses 1.24 (Ekklesia)), com vários membros e cada membro com sua diversificação de função, me expliquem como ser só mão? só orelha? só pé...? Me expliquem também como é feita a ceia (katangellõ), já que é assim definido por (Koinõnia) mesa do Senhor como uma comunhão (Ekklesia): Não tendes porventura casas para comer e para beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo. I Coríntios 11:22; engraçado que a ceia partilha do pão, e do vinho, carne e sangue, com os demais, como fazer isso estando só? Me expliquem, gostaria de saber... *IGREJA vem da palavra *grega (*ekklesia), que se refere às pessoas “chamadas para fora”. Naquela época, esta palavra foi usada para falar de assembleias gerais de cidadãos de certos locais, e passou a ser usada para identificar o conjunto de pessoas chamadas para sair do pecado e pertencer exclusivamente a Cristo. Às vezes, ela descreve a totalidade destas pessoas: “a igreja dos primogênitos arrolados nos céus” (Hebreus 12:23). É neste sentido geral ou universal que Paulo falou sobre a igreja em Efésios 5:22-33 e em várias outras passagens. Por se referir a um conjunto ou assembleia de pessoas, a palavra é usada outras vezes no Novo Testamento para identificar um grupo local, uma congregação que se reunia em determinada cidade, por exemplo. Este é o sentido quando lemos da “igreja de Deus que está em Corinto” (1 Coríntios 1:2), ou, referindo-se a várias congregações na mesma região, as “igrejas da Galácia” (Gálatas 1:2). O ponto importante quando pensamos no significado bíblico da palavra igreja é entender que fala de pessoas, e não de prédios. No uso popular, igreja pode significar edifício, MAS no uso (*BÍBLICO), nunca se refere a um local construído com blocos e cimento. O edifício é espiritual, e as pedras usadas na construção são os próprios cristãos. Com este entendimento, podemos evitar distorções populares. Uma igreja não precisa de “templo” ou “prédio” para ser real e legítima, precisa de pessoas renascidas em Cristo e não revoltadas contra as denominações, mas é sempre bom ter um lugar para comunhão e adoração! Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. 2ª Timóteo 2:15,16; A intenção de aliviar a pobreza está fadado ao fracasso se não tiver raízes na igreja local, que é o meio estabelecido por Deus para atrair pessoas miseráveis para um relacionamento transformador com ele. Nunca mude um padrão bíblico para satisfazer um desejo. O PERIGO DAS FALSAS DOUTRINAS As falsas doutrinas são espalhadas por falsos mestres com o propósito de desviar as pessoas da verdade e afastá-las de Deus. As falsas doutrinas são populares, palatáveis, agradáveis aos ouvidos, pois enaltecem o orgulho humano e menosprezam a graça de Deus. Há muitos pregadores que distorcem a verdade e pregam um outro evangelho e assim, desviam as pessoas dos retos caminhos de Deus. Muitos pregadores que estão ocupando a mídia hoje não pregam a respeito de conversão, mas pregam prosperidade. Não pregam sobre a vida eterna, mas sobre supostos milagres. Não pregam sobre a necessidade do arrependimento, mas sobre os direitos que o homem tem diante de Deus. Esse falso evangelho ajunta multidões nos templos, mas não as coloca no caminho estreito que conduz ao céu.Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo; Os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que a si mesmos se separam, sensuais, que não têm o Espírito. Judas 1:17-19; Cuidado com a fabricação de um deus próprio: um deus que é todo misericórdia, mas não juízo, um deus que é todo amor, mas não santo, um deus que tem um céu para todos, mas um inferno para ninguém, um deus que pode permitir que o bem e o mal estejam lado a lado. Esse deus é um ídolo de sua preferência, iguais aos ídolos de templos egípcios. As mãos de sua própria fantasia e sentimentalismo o fizeram. Esse não é o Deus da Bíblia. ~ J. C. Ryle PROSSEGUIR AVANTE NA LUTA DEFENDENDO A FÉ EVANGÉLICA Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo. Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam. Filipenses 3:12-17; NOVAS REVELAÇÕES E NOVO MOVIMENTO Hoje, vivemos o outro extremo. O ano de 1960 irrompeu com os hippies, um movimento de contracultura. Os jovens revoltaram-se contra a autoridade dos pais e rebelaram-se contra todo tipo de autoridade institucional. O novo movimento dos sem denominação é muito parecido, revoltaram-se e rebelaram-se contra toda autoridade institucional das denominações, não aceitam pastores e denominação! É o resultado do liberalismo teológico sem compromisso. Uma anarquia porque onde não existe liderança é uma anarquia. Se o pastorado não é um cargo e nem um ofício, mas sim um dom, então porque mulher não pode ter esse dom? Deus deu dons somente aos homens mas não deu para as mulheres? A IGREJA DE JESUS É UM ORGANISMO VIVO E TAMBÉM UMA ORGANIZAÇÃO, tem autoridades constituídas desde os apóstolos. São Pastores, Presbíteros e Diáconos. MAU EXEMPLO DE REVOLTA E REBELIÃO NO ANTIGO TESTAMENTO - e eles se insurgiram contra Moisés. Com eles estavam duzentos e cinquenta israelitas, líderes bem conhecidos na comunidade e que haviam sido nomeados membros do concílio. Eles se ajuntaram contra Moisés e Arão, e lhes disseram: "Basta! A assembleia toda é santa, cada um deles é santo, e o Senhor está no meio deles. Então, por que vocês se colocam acima da assembleia do Senhor? " Números 16:2,3; MAU EXEMPLO DE REVOLTA E REBELIÃO NO NOVO TESTAMENTO NOS ÚLTIMOS DIAS - Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades; Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. 2ª Pedro 2:10,11; Fui adicionado a um grupo que se intitulam apologetas, mas tive de sair porque me desrespeitaram chamando-me de cão guloso, lobo e dono de empreja = empresa igreja e eu nem sou pastor, já pensou se eu fosse um? Outro desses "apologistas" escreveu: "A maioria dos religiosos já tiveram o seu cérebro transformados em maionese, e uma maionese nunca vira ovo de novo! Todavia, amados, lembrem-se do que foi predito pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo. Eles diziam a vocês: "Nos últimos tempos haverá zombadores que seguirão os seus próprios desejos ímpios". Estes são os que causam divisões entre vocês, os quais seguem a tendência da sua própria alma e não têm o Espírito. Judas 1:17-19; UM DESIGREJADO ESCREVEU PARA MIM: Sinto desapontá-lo, mas não é preciso frequentá-las. As suas doutrinas heréticas são as mesmas e quando diferem em uma praticam outra o que dá no mesmo. O que pode ocorrer é haver uma ou outra pessoa que ainda tem salvação se não endurecer o coração, mas a instituição é errada, corrompida e podre. *COMO LHE RESPONDI Desculpe, mas não creio em acadêmicos. Muitos se convencem facilmente que são discípulos de Jesus e da Sua Palavra, quando apenas são discípulos de si mesmos e de suas opiniões. Joseph Smith Jr. dizia que todas igrejas se corromperam e aí inventou os mórmons hoje se chamam a igreja de Jesus dos santos dos últimos dias se acham donos da verdade.O que é um cristão verdadeiro? Um homem inacabado descansando na obra consumada de Cristo.Não é suficiente ouvir e gostar de sermões sobre o Caminho Estreito, é necessário andar por ele. JESUS É O CAMINHO AO PAI, A VERDADE DO PAI E A VIDA NO PAI. ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

7 desafios das redes sociais para os cristãos


As mídias sociais trazem vários desafios para aqueles cristãos que as utilizam. O desafio maior é manter estas posturas: 1) Domínio próprio, para não desperdiçar tempo demais com as mídias sociais; 2) Uma mente pura, para não se deleitar e nem compartilhar notícias, vídeos, postagens, e fotos que promovem a impureza; 3) Sensatez, para não dar crédito a tudo que lê e vê – há muita desinformação e notícias falsas propositadamente plantados nestas redes de relacionamentos; 4) Sobriedade, para não desnudar sua vida e de sua família em público, trazendo online para dentro de sua casa e de sua intimidade pessoas que você não conhece; 5) Paciência para lidar com comentários, opiniões e criticas de pessoas que não têm educação, bom senso, mancômetro ou qualquer condição de manter um diálogo ou participar de um debate de forma inteligente e cortês. 6) Sabedoria, para não se precipitar em responder e reagir à provocações. Não há fim pacífico para brigas compradas com insensatos e contenciosos. 7) Humildade para entender que apesar do livre acesso à internet permitir que todos escrevam textos e comentem o que quiserem, que isto não faz de você um teólogo, um bom escritor ou um sábio em seus pronunciamentos. Por: Augustus Nicodemus Lopes. Original: DESAFIOS DAS MÍDIAS SOCIAIS PARA OS CRISTÃOS © 2016 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Original: 7 desafios das redes sociais para os cristãos Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais. Augustus Nicodemus Augustus Nicodemus é bacharel em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife, mestre em Novo Testamento pela Universidade Cristã de Potchefstroom, na África do Sul, e doutor em Hermenêutica e Estudos Bíblicos pelo Seminário Teológico de Westminster, na Filadélfia (EUA), com estudos adicionais na Universidade Reformada de Kampen, na Holanda. Atualmente, é pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia.

A parte do chamado pastoral da qual ninguém fala


A parte do chamado pastoral da qual ninguém fala - O que vem à sua mente quando você considera o chamado para o ministério pastoral? Pregar a verdade de Deus para um público extasiado? Entregar doses ofuscantes de oratória brilhante para uma plateia? Desvendar os mistérios do casamento quando estiver aconselhando? Ser um líder arrojado, dinâmico e visionário que desenvolve um modelo cativante de ministério? Em 2ª Coríntios 1.8-11, é-nos oferecido um relance do diário de Paulo, um pedaço da vida de um homem no ministério. E o relance revela uma verdade surpreendente: o chamado ao ministério é um chamado ao sofrimento. Esses versos trazem definição, claridade, e talvez mais importante, realidade ao ministério pastoral. Eles servem como um chamado para testar a masculinidade. O chamado ao ministério não é um chamado para a celebridade, mas um chamado para o sofrimento. O chamado ao ministério não é um chamado para o conforto, mas para a fraqueza. Se você não está disposto a sofrer pela causa do evangelho, você pode querer considerar outra vocação. Do versículo 8 ao versículo 10, Paulo nos apresenta a uma experiência horrível que ele teve na Ásia. Ele diz: Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos; o qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos. Paulo não especifica os detalhes dessa tribulação. Poderia ter sido o tumulto em Éfeso (Atos 19), poderia ter sido algum tipo de briga com bestas selvagens (1ª Coríntios 15.32) ou poderia ter sido perseguição ou doença. A natureza precisa da experiência nos foi retida, o que provavelmente significa boas notícias! Por quê? Porque Deus fala a todos nós através das palavras de Paulo. Nós podemos, num sentido, importar a tribulação de Paulo dentro da nossa própria perturbação. Nós podemos não saber o contexto da aflição de Paulo, mas nós sabemos que foi além da força dele em suportar. Na verdade, isso fez com que ele se desesperasse por sua própria vida! Pense no que está sendo dito aqui. Paulo está descrevendo um tipo de período pré-suicídio. Ele usa palavras que descrevem um massacre emocional. Era uma experiência de fraqueza incompreensível. Paulo estava destruído, sem meios de escapar. Ele estava em tal aflição emocional, que sentiu como se tivesse recebido uma sentença de morte. Você ainda quer estar no ministério? Se sim, você também pode passar um tempo na “Ásia”. Podem haver momentos nos quais você se sinta destruído, aprisionado e sem esperanças. O seu calendário pode evaporar vagarosamente diante dos seus olhos. O som gigante de sucção pode ser a paixão deixando o seu coração conforme você luta contra a falta de esperança. Você está preparado para esse tipo de experiência no ministério? Antes de você abandonar o seminário, há boas notícias. Paulo não escreveu essas palavras simplesmente como um exercício terapêutico. Paulo preservou essa história porque ele queria recontar o livramento que ele experimentou. Deus também quer que você saiba que você também experimentará esse livramento. Claro, haverá dor. Algumas vezes, como foi com Paulo, a dor irá ser sem precedentes! Mas você pode avançar pelo ministério confiante de que Deus irá encher a sua dor de propósito, assim como ele fez com Paulo. Olhe para as primeiras palavras no versículo 9. “Para que não confiemos…”. Paulo está dizendo que havia um Escritor para o seu drama – aquele que estava ordenando certos resultados e dando significado às aflições que ele estava experimentando. Esse Escritor era o próprio Deus. Deus intencionalmente levou Paulo a um lugar de fraqueza no ministério, o qual, por sua vez, levou Paulo ao desespero. Por que Deus faria isso? Porque Deus se importa muito com em quê ou em quem nós confiamos. Sabe de uma coisa? Nós não levamos em consideração a questão da confiança tão seriamente como Deus leva. Deus é tão sério a respeito da nossa confiança que ele criará os piores momentos em nossas vidas para nos forçar a confiar nele. Algumas vezes, o melhor trabalho de Deus acontece quando somos forçados a parar de tentar decifrá-lo e temos que começar a confiar nele. Em meio a essas tribulações, nós não entendemos por que as estamos experimentando. Por dois anos, José foi um brilhante exemplo de pureza, mesmo quando a esposa de Potifar procurava seduzi-lo. Então, inesperada e inexplicavelmente, ele foi posto na cadeia. Sem discussão, sem explicação, sem interpretação – Deus o move do palácio à prisão. Lendo Gênesis confortavelmente numa filial da Starbucks, nós podemos ver porque Deus permitiu que isso acontecesse. Mas José não sabia o porquê. Se você é chamado ao ministério, espere momentos como o de José. Aprisionamento no fogo da aflição, onde a dor parece arbitrária e sem sentido. Algumas vezes, simplesmente apraz a Deus sacudir as nossas vidas. E é engraçado, mas ele não se sente obrigado a se explicar para nós. Nessas oportunidades, o alvo de Deus será, em parte, produzir confiança em nós. Confiança quase sempre envolve o podar e o se despir. Os homens que consideram o ministério precisam ouvir algumas notícias sóbrias. Se você plantar uma igreja ou se tornar um pastor, Deus irá inevitavelmente conduzir você através de tribulações, onde não há uma resposta clara à questão do “por quê”. Um jovem presbítero pode ser afetado pelo câncer. Por quê? Um casal mais velho irá causar divisão na sua igreja. Por quê? Seu amigo mais próximo irá deixar a igreja. Por quê? Enquanto você pondera o chamado ao ministério, pergunte a si mesmo: “Eu estou disposto a sofrer emocionalmente ou mentalmente pela causa do evangelho?”. Antes de você responder, contudo, lembre-se que esse sofrimento não é aleatório ou sem objetivo. Deus planta o evangelho mais profundamente quando ele semeia o sofrimento em seus servos. Pastores eventualmente descobrem que Deus não só faz todas as coisas cooperarem para o bem (Romanos 8.28), mas também faz com que o sofrimento do pastor coopere para o bem das pessoas a quem ele serve. O sofrimento virá. Mas a lição da confiança e da experiência do livramento farão com que isso valha a pena! Por: Dave Harvey. © 2016 Am I Called? Original: THE PART OF PASTORAL CALLING THAT NOBODY TALKS ABOUT (BUT PROBABLY SHOULD) Tradução: João Pedro Cavani. Revisão: Yago Martins. © 2016 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Original: A parte do chamado pastoral da qual ninguém fala Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais. Dave Harvey Dave Harvey é pastor na Convenant Fellowship Church, Pennsylvania (EUA), que faz parte da família de igrejas do ministério Sovereign Grace. Dave Harvey é um dos líderes desse ministério, cujo objetivo é estabelecer e apoiar igrejas. Dave também dirige o envolvimento do Sovereign Grace na Europa, África e Ásia. Em 2001, concluiu o doutorado em Cuidado Pastoral, pelo Westminster Theological Seminary.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Os Livros apócrifos acrescentados à Bíblia pela igreja romana


Nas Bíblias de edição da igreja Romana, o total de livros é 73, porque essa igreja, desde o Concílio de Trento, em 1546, incluiu no cânon do Antigo Testamento 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canônicos, acrescentando, assim, ao todo, 11 escritos apócrifos. Uma grande arrogância dela que era um império, mandava no mundo e dominava os reis da terra. Mas em sua soberba, triunfalismo e falta de autocrítica, desobedece a Deus. Deuteronômio 4.2 Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando. Se achava acima da lei. A palavra "apócrifo" significa literalmente "escondido", "oculto", isto em referência a livros que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa "não genuíno", "espúrio", desde sua aplicação por Jerônimo. Os apócrifos forram escritos entre Malaquias e Mateus, ou seja, entre o Antigo e o Novo Testamento, numa época em que cessara por completo a revelação divina; isto basta para tirar-lhes qualquer pretensão de canonicidade. Josefo rejeitou-os totalmente. Nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jamais foram citados por Jesus nem foram reconhecidos pela igreja primitiva. Jerônimo, Agostinho, Atanásio, Júlio Africano e outros homens de valor dos primitivos cristãos, opuseram-se a eles na qualidade de livros inspirados. Apareceram a primeira vez na Septuaginta, a tradução do Antigo Testamento feita do hebraico para o grego. Quando a Bíblia foi traduzida para o latim, em 170 d.C., seu Antigo Testamento foi traduzido do grego da Septuaginta e não do hebraico. Quando Jerônimo traduziu a Vulgata, no início do século V (405 d.C.), incluiu os apócrifos oriundos da Septuaginta, através da Antiga Versão Latina, de 170 d.C., porque isso lhe foi ordenado, mas recomendou que esses livros não poderiam servir como base doutrinária. São 14 os escritos apócrifos: 10 livros e 4 acréscimos a livros. Antes do Concílio de Trento, a igreja Romana aceitava todo, mas depois passou a aceitar apenas 11: 7 livros e os 4 acréscimos. A igreja Ortodoxa Grega mantém os 14 até hoje. Os 7 livros apócrifos constantes das Bíblias de edição católico-romana são: 1. Tobias ( Após o livro canônico de Esdras). 2. Judite. 3. Sabedoria de Salomão (após o livro canônico de Cantares ou Cântico dos Cânticos). 4. Eclesiástico. 5. Baruque (após o livro canônico de Jeremias). 6. 1º Macabeus. 7. 2º Macabeus (ambos, após o livro canônico de Malaquias). Os 4 acréscimos ou apêndices são: 1. Ester (a Ester, 10.4 - 16.24). 2. Cântico dos três santos filhos (a Daniel, 3.24-90). 3. História de Suzana (a Daniel, capítulo 13). 4. Bel e o Dragão (a Daniel, capítulo 14). Como já foi dito, dos 14 apócrifos, a igreja Romana aceita 11 e rejeita 3, isto, após 1546 d.C. A contra-reforma do romanismo para combater a reforma de 1517 d.C. A igreja Romana aprovou os apócrifos em 18 de abril de 1546, para combater o movimento da Reforma Protestante, então recente. Nessa época, os protestantes combatiam violentamente as novas doutrinas romanistas: do purgatório, da oração pelos mortos, da salvação mediante as boas obras, das indulgências, mariolatria etc. A igreja Romana via nos apócrifos bases para essas doutrinas, e, apelou para eles, aprovando-os como canônicos. Houve prós e contra da própria igreja de Roma. Nesse tempo os jesuítas exerciam muita influência no clero. Os debates sobre os apócrifos motivaram ataques dos dominicanos contra os franciscanos. O cardeal Pallavacini, em sua "História Eclesiástica", declara que em pleno concílio, 40 Bispos, dos 49 presentes, travaram luta corporal, agarrados às barbas e batinas uns dos outros ... Foi nesse ambiente "espiritual" que os apócrifos foram aprovados! A primeira edição da Bíblia romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do Papa Clemente VIII. Os reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos colocando-se entre o Antigo e Novo Testamento; não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário e histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa de King James, de 1611, ainda os conservou. Após 1629, os evangélicos os omitiram de vez nas Bíblias editadas, para evitar confusão entre o povo simples que nem sempre sabe discernir entre um livro canônico e um apócrifo. A aprovação dos apócrifos pela igreja Romana foi uma intromissão do romanismo em assuntos judaicos, porque, quanto ao cânon do Antigo Testamento, o direito é dos judeus e não de outros. Além disso, o cânon do Antigo Testamento estava completo e fixado há muitos séculos. A igreja Romana não é substituta de Israel e nem da Bíblia. Entre os católicos romanos corre a versão de que as Bíblias de edição protestantes são falsas. Quem, contudo, comparar a Bíblia editada pelos evangélicos com a editada pelos católicos romanos há de concordar em que as duas são iguais, exceto na linguagem e estilo, que são peculiares a cada tradução. O que alegam contra a nossa Bíblia é que lhe faltam livros e partes de outros, mas essa falta é de livros e de parte de livros apócrifos, como já mencionado. Deuteronômio 4.2 Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando. Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso. (Provérbios 30:5,6).

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A gloriosa preeminência de Cristo


A gloriosa preeminência de Cristo Referência: Colossenses 1.13-17 INTRODUÇÃO 1. Os falsos mestres de Colossos, assim como, os falsos mestres dos nossos dias não negam a importância de Cristo, mas não lhe dão a preeminência. Para os gnósticos Cristo era apenas uma emanação de Deus e não o próprio Deus encarnado. Hoje os Muçulmanos pregam que Cristo foi um grande profeta, mas não o Supremo Profeta. Os Espíritos dizem que ele é um Espírito de luz que não precisou se reencarnar, mas não o Eterno Deus. Os Romanos dizem que ele é um Mediador, mas não o único Mediador entre Deus e os Homens. Os Testemunhas de Jeová dizem que ele foi o agente da criação, mas não o Eterno Deus. 2. Quem é Jesus? Esse texto nos mostra e preeminência de Cristo na obra da salvação e na obra da criação. Quando vai falar da obra da redenção, Paulo muda o pronome de “vós” para “nós” (v. 12 e 13). I. A PREEMINÊNCIA DE CRISTO NA OBRA DA SALVAÇÃO – V. 13-14 1. Ele libertou-nos do império das trevas – v. 13 • A palavra libertou significa libertar do perigo. Não poderíamos libertar a nós mesmos da culpa e penalidade do pecado, mas Jesus libertou-nos. Estávamos em perigo de passar toda a eternidade nas trevas exteriores, longe de Deus, mas Cristo libertou-nos do poder das trevas. • O império das trevas é a esfera em que Satanás exerce sua jurisdição, é o campo de ação de Satanás, dominando sobe os corações, as vidas e as atividades dos homens. Estávamos na casa do valente (Mt 12:29), na potestade de Satanás (At 26:18), andando segundo o príncipe da potestade do ar (Ef 2:2). Mas Cristo nos libertou. • A palavra libertou está no “aoristo passado”, ou seja, é uma obra consumada. 2. Ele nos transportou para o Reino do seu Filho Amado – v. 13 • No mundo antigo quando um império obtinha vitória sobre outro, existia o costume de transladar inteiramente a população vencida a outro país. Exemplo: Assíria e Babilônia. • Deus não transportou os vencidos, mas os vencedores. Deus nos arrancou da casa do valente, da potestade de Satanás, do reino das trevas e nos transportou para o seu Reino, para o seu domínio e poder. • Deus nos tirou do reino obscuro dos ideais falsos e imaginários para introduzir-nos na terra banhada pelo sol do conhecimento claro e da expectativa realista. Tirou-nos da esfera dos desejos pervertidos ao bem aventurado reino dos anelos santos. • Foi um translado das trevas para a luz, da escravidão para a liberdade, da condenação para o perdão, do poder de Satanás para o poder de Deus. Assim como Deus libertou o seu povo da escravidão do Egito e o trouxe para a terra prometida, assim o Senhor nos transporta para o seu Reino. • Temos sido traslados de uma vez por todas. Já estamos no Reino da luz (1 Pe 2:9). Isso é escatologia realizada. Já estamos no antegozo da glória. 3. Ele nos redimiu – v. 14 • A palavra redimiu significa libertar um prisioneiro ou um escravo pelo pagamento de um resgate (Ex 21:30). Paulo não está dizendo que o resgate foi pago a Satanás para que fôssemos libertos do reino das trevas. Por sua morte e ressurreição, Jesus satisfaz as demandas da lei de Deus e nos redimiu com o seu sangue (Ef 1:7). Satanás procura nos acusar, porque ele sabe que nós somos culpados de quebrar a lei de Deus. Mas o resgate pago por Cristo no calvário nos redimiu e agora estamos quites com a lei de Deus (Rm 8:33-34). • Essa redenção implica em libertação da maldição (Gl 3:13) e em libertação da escravidão do pecado (Jo 8:34,36; Rm 7:14). 4. Ele nos perdoou – v. 14 • A palavra perdão significa deixar o outro livre ou cancelar a dívida. Cristo não apenas nos deixa ir livres e transferiu-nos para o Reino da luz, mas ele também cancelou toda a dívida que tínhamos como escravos. Nossos débitos não podem mais nos escravizar. Satanás não pode encontrar mais nada nos nossos arquivos que possa nos condenar (Rm 8:33-34). • A barreira entre o pecador e o Deus santo foi removida. Ilustração: o que aconteceu com Lady Macbeth, na peça de Shekespeare não ocorre com o cristão verdadeiro: a mancha do pecado não lhe fica nas mãos. Nem mesmo Satanás resiste ao sangue do Cordeiro (Ap 12:10,11). • O perdão de Cristo não é uma desculpa para pecar, mas um encorajamento para a obediência. • O perdão de Cristo é o referencial do perdão que devemos oferecer (Cl 3:13; Mt 18:21-35). II. A PREEMINÊNCIA DE CRISTO NA OBRA DA CRIAÇÃO – V. 15-17 1. Jesus Cristo é a exegese de Deus, o revelador do Deus invisível – v. 15 • “Ele é a imagem do Deus invisível”. Imagem e não imitação. Tudo que Deus é, o é igualmente Jesus. Jesus Cristo é a exegese de Deus. Ele é verdadeiro Deus de verdadeiro Deus. À parte de Jesus, a imagem perfeita do Deus invisível, Deus o infinito Espírito não pode ser visto pelo ser humano (Jo 4:24). Em Cristo, o Deus invisível, tornou-se visível e palpável (Jo 1:1,14; 1 Jo 1:1-4). Quem quiser saber quem é Deus, olhe para Jesus: a) João 1:18 – Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito que está no seio do Pai, é quem o revelou. b) Hebreus 1:3 – Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser. c) Colossenses 1:15 – Ele é a imagem do Deus invisível. d) Colossenses 2:9 – Porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. e) João 14:9 – Quem me vê a mim vê o Pai. f) João 10:30 – Eu e o Pai somos um. g) Colossenses 1:13 – Jesus é o Amado Filho de Deus. 2. Jesus Cristo tem a mais alta honra na criação – v. 15b • A expressão primogênito da criação (protokokos) aqui não tem a ideia temporal, do tempo de nascimento, mas é antes um título de honra. Esse texto não significa que Jesus é o primeiro ser criado, visto que é o criador de todas as cousas, e existe antes de todas as cousas, mas, antes, uma referência a ele como cabeça de toda a criação. Cristo recebe a mais alta honra na criação: 1) Jesus é o herdeiro de tudo que foi criado (Sl 89:27; Hb 1:1-2); 2) Jesus tem o direito de possuir e exercer absoluta autoridade sobe a criação; 3) Jesus recebeu o privilégio de de ser eleito para ocupar a mais alta posição de honra no universo (Lc 3:22; Ap 1:5; Rm 8:29). a) Êxodo 4:22 – Dirás a Faraó: Assim diz o Senhor: Israel é meu filho, meu primogênito. b) Salmo 89:27 – Fá-lo-ei, por isso, meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra. 3. Jesus Cristo é a fonte da criação – v. 16 • Jesus é a fonte originadora de tudo o que existe no céu e na terra: “Pois, nele, foram criadas TODAS as cousas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades”. • Os anjos não têm nenhum poder à parte de Cristo. De fato separados dele nem poderiam existir. Os anjos nada podem acrescentar à plenitude dos recursos que os crentes possuem em Cristo nem os anjos maus podem separar os crentes do amor de Deus (Rm 8:35-39). • O culto aos anjos, portanto, é uma usurpação da glória e preeminência devidas a Cristo (Cl 2:18-19). 4. Jesus Cristo é o agente da criação – v. 16 • “Tudo foi criado por meio dele”. Ele é o agente do poder criador de Deus. Ele é o verbo criador (Gn 1:3; Jo 1:1-3). • As galáxias, os mundos estelares, os anjos, os homens, e todo o universo foi criador por meio dele. Ele trouxe tudo à existência. 5. Jesus Cristo é o alvo da criação – v. 16 • “Tudo foi criador por meio dele e PARA ELE”. Todo o universo tem uma única finalidade: render a Jesus todo o louvor e a glória. Diante dele todo o joelho deve se dobrar no céu, na terra e debaixo da terra e confessar que Jesus é Senhor para a glória de Deus Pai. • O universo inteiro deve celebrar a glória de Jesus (Sl 19:1-6; Ap 5:13). • Todas as criaturas devem dar glória a Jesus e servir aos seus propósitos (Rm 11:36; 1 Co 10:31). 6. Jesus Cristo é independente e maior que toda a criação – v. 17 • “Ele é antes de todas as cousas”. Jamais houve um tempo em que Cristo não existiu. Ele é pré-existente. Ele é o alfa e o ômega. Ele é eterno. Ele é auto-existente e auto-suficiente. Ele não é dependente da criação. Ele não deriva sua glória da criação nem dela depende. Ele é transcendente sem deixar de ser imanente. • Ele não foi criado no tempo. Ele é o Pai da eternidade (Jo 8:58). Jesus Cristo é imutável (Hb 13:8). 7. Jesus Cristo é o sustentador da criação – v. 17 • “Nele tudo subsiste”. Jesus é o centro de coerência e coesão do universo. É Jesus quem interliga e dá simetria a todas as leis da física, da química, da biologia, da astronomia. Nele vivemos, nos movemos e existimos. É ele quem nos dá a respiração e tudo mais (Atos 17). • O mundo tem leis e essas leis científicas são estabelecidas por ele e são leis divinas. As leis da natureza não têm uma existência independente de Cristo. São a expressão da sua vontade. Em resposta às orações ele pode intervir nas próprias leis da natureza. • Cristo é o centro de coesão de todo o universo físico e espiritual (Ef 1:10). Ele criou todas as cousas adaptadas ao seu meio, ao seu habitat e para a sua glória. CONCLUSÃO 1. Todas as cousas existem em Cristo, por Cristo e para Cristo. Jesus Cristo é a esfera, o agente e o alvo para quem todas as cousas foram feitas. 2. Paulo usa três preposições para descrever a preeminência da Cristo na criação: nele, por meio dele e para ele (v. 16). Os filósofos gregos tinham ensinado que todas as cousas necessitam de uma causa primária, de uma causa instrumental e de uma causa final. A causa primária é o plano; a causa instrumental é o poder e a causa final é o propósito. Quando olhamos para a criação podemos ver que Jesus é a causa primária (ele planejou a criação). Ele é a causa instrumental (ele produziu-a). Ele é a causa final (ele fez tudo para o seu próprio prazer e glória). A criação portanto, existe para dar glória a Cristo. Rev. Hernandes Dias Lopes